18.11.11

2, um amor de amizade

A qualquer hora te disse que estaria aqui para ti - já passaram tantos dias desde que te fostes. És o fantasma das grandes despedidas. Despes as palavras de uma maneira tão injusta, as sensações que deixas são incompreensíveis, o que trazes de ti para mim não faz significado quando no teu nome lembro, fingida amiga. Apareceste tão depressa na minha vida, e tão depressa sais. Tens um estilo de vivência diferenciada daquilo que estou habituada a lidar, carregas problemas desiguais aos meus, mas o teu coração bate, muito, não como bate o meu, mas bate. E, já pensaste, que rezei que batesse por mais tempo do que aquilo que preservas na tua mente? Não entenderias nunca o que foi para mim ter que lidar com outra situação, ou, sei lá, seres tão singular - a culpa não é tua. Mas sorris, os teus olhos brilham, a tua alma é tão ou mais bonita do que qualquer outra que conheço. A porta de casa será aberta para quando quiseres entrar, não da maneira que queres, desta vez não - eu sugiro assim. A tua última mensagem, deu-me o teu último suspiro e agora queres ouvir o meu? Ai. Que será de ti pequena mulher. Nem me lembres. Quero esquecer que hoje ainda passa horas...mais umas...

5 comentários:

Maria Inês disse...

Escreves tão bem, adoro *.*

wendy disse...

está lindo.

inês disse...

Bom dia! O novo link do meu blog é: docoracaoparati.blogspot.com

Madalena Mourisca disse...

tá forte!

Aurora disse...

ai que eu adoro sempre <3