29.11.11

Censuro as despedidas, as distâncias. Privilegio a união, a força. Com entradas e saídas de tantas pessoas da nossa vida, começamos a lidar com um novo conceito de 'amigo'. Nada é eterno, nada é infinito. E, nós aceitamos de coração fechado mas nunca encaixamos bem esta definição alheia. Acredito na verdade, na lealdade. Se nos esforçarmos, nada é em vão. O que vale a pena o esforço, será um não a 'tempo perdido'. Com novas formas de vida, as pessoas tomam rumos diferenciados, de acordo. Mas tecnologicamente falando, a Internet sempre veio ajudar em alguma coisa - apesar de ter acabado com o lazer de metade da população. Então utilizem a comunicação. Apesar de existir tantos meios continuo a não perceber como as pessoas partem, deixando para trás tudo aquilo que plantaram, construíram, deixaram. Haverá sempre alguém a descrever dolorosas partidas mas eu deixo-vos aqui um grande enigma - porque eu gostava tanto de vocês e eu não sei colher despedidas para levarem com vocês - lamento.

4 comentários:

Alice disse...

Adoro adoro, escreves tão bem *-*

Aurora disse...

adoro

Madalena Mourisca disse...

tal cm eu..

Esther disse...

fogo. é sempre a mesma coisa. por muito que nos provem que não há infinito nós voltamos sempre a acreditar. isso é tão bom.. e tão mau quando nos mostram a realidade. e doi tanto, fodasse