30.10.11

antiguidades bonitas dos meus rascunhos

Auferes-te a minha alegria, o porquê, quando, onde e como. Tens guardado dentro de ti, um mundo de amor e de estúpidas verdades. Verdades que magoam e executam dor, mas são sinceras e leais. Fazes-me parar no tempo, para ver o que anda errado à minha volta e obrigas-me andar caminho, quando teimo em parar. Dás-me milhões de empurrões e gritos, quando engulo tristeza em demasia. Discutes comigo, porque sei que erro e volto a cair no mesmo erro, sabendo que o já cometi várias vezes. E, não vão ser as pancadas nas paredes que vão apagar as marcas do tempo, só eu tenho a capacidade de expulsar certas pessoas da minha vida. Não vão ser as tuas palavras macabras e a causa de dor aguda, que me vão fazer abandonar-te por entre terra desconhecida. Só a ti, dou-te a franqueza que não te vou desamparar, sejam eles momentos bons ou maus...Mostrar-te que nem estejas com pensamentos do outro lado do mundo e eu, com a cabeça em outrem me vão aplicar esquecimento da tua presença.

4 comentários:

Aurora disse...

estive dias sem conseguir comentar-te

Aurora disse...

pq isto estava tipo, não dava para aceitar-me

alice disse...

Lindo lindo <3

Maria Inês disse...

Este texto está lindo :$